• Fábio Henrique Araújo

Saúde 4.0 News - edição #87

Resumo semanal de notícias sobre Tecnologia, Inovação e Gestão na Saúde 4.0






1) Startup brasileira ganha prêmio WSA na categoria saúde e bem-estar

A startup brasileira Phelcom Technologies, ligada ao Supera Parque de Inovação e Tecnologia de Ribeirão Preto, foi a vencedora do prêmio World Summit Awards (WSA) na categoria saúde e bem-estar. A premiação ocorreu em dezembro, em Viena, na Áustria. O prêmio tem como objetivo reconhecer tecnologias que promovam a resolução de problemas da sociedade e é dirigido pelos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas (ONU).


Os finalistas foram julgados nos quesitos de sustentabilidade, objetivos, técnica e estratégias. Apoiada pela Financiadora de Inovação e Pesquisa do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (Finep), a Phelcom Technologies desenvolveu o Eyer, um retinógrafo portátil – instrumento que permite a realização de exames oculares, de frente e fundo de olho. (...) (Fonte: Isto É Dinheiro)



2) Jovem russo vira bot de inteligência artificial após a morte

Os russos são taxados como pessoas frias, no entanto, podem surpreender. Como no caso dos amigos de Roman Mazurenko, que acabou falecendo após ser atropelado quando tinha apenas 34 anos. Eles encontraram uma forma de manter o amigo presente criando um bot baseado em inteligência artificial.


A espécie de robô virtual foi desenvolvida para simular algumas ações, além de responder a comandos de voz e mensagens de texto. Para criar um banco de dados mais amplo, os conhecidos de Roman fizeram um compilado com mensagens enviadas pelo amigo. Dessa forma, o bot baseado na personalidade de Roman consegue utilizar a inteligência artificial e uma rede neural para responder como se fosse ele e criar diferentes combinações de palavras de acordo com as perguntas feitas ao robô. (...) (Fonte: Olhar Digital)



3) USP desenvolve teste rápido de covid-19 para testagem em massa


Pesquisadores do Instituto de Química de São Carlos (IQSC) da USP desenvolveram um teste rápido para covid-19, com custo aproximado de R$ 30. Até cinco vezes mais barato que os testes convencionais encontrados nas farmácias, que hoje são vendidos por cerca de R$ 140, o dispositivo foi criado para facilitar a testagem em massa no Brasil. A tecnologia também será capaz de revelar se a pessoa que tomou uma determinada dose de vacina já produziu anticorpos.


Denominado Teste Popular de Covid-19, o dispositivo analisa uma gota de sangue retirada do paciente em busca de anticorpos que permitam detectar a doença. A estratégia empregada para baratear sua produção foi otimizar a quantidade de insumos do material e utilizar nanopartículas para a localização dos anticorpos. Desenvolvidas no IQSC, essas nanopartículas possuem uma molécula sonda, que fica na cor vermelha quando entra em contato com algum anticorpo. A molécula foi obtida em parceria com a BioLinker, empresa brasileira de biotecnologia. (...) (Fonte: Jornal da USP)

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