• Fábio Henrique Araújo

Saúde 4.0 News - edição #77

Resumo semanal de notícias sobre Tecnologia, Inovação e Gestão na Saúde 4.0






1) Singapura projeta sensor flexível para tecnologias de saúde vestíveis


O monitoramento da saúde em tempo real e as habilidades de detecção dos robôs requerem eletrônica suave, mas o desafio do uso de tais materiais está em sua confiabilidade. Ao contrário dos dispositivos rígidos, ser elástico e flexível torna seu desempenho menos repetível. A variação na confiabilidade é conhecida como histerese. Orientada pela teoria da mecânica de contato, uma equipe de pesquisadores da Universidade Nacional de Cingapura (NUS) surgiu com um novo material sensor que possui significativamente menos histerese. Esta capacidade permite uma tecnologia de saúde vestível mais precisa e detecção robótica.


Quando materiais macios são usados ​​como sensores compressivos, eles geralmente enfrentam graves problemas de histerese. As propriedades do material do sensor macio podem mudar entre toques repetidos, o que afeta a confiabilidade dos dados. Isso torna difícil obter leituras precisas todas as vezes, limitando as possíveis aplicações dos sensores. O grande avanço da equipe NUS é a invenção de um material de alta sensibilidade, mas com desempenho quase isento de histerese. Eles desenvolveram um processo para quebrar filmes finos de metal em desejáveis ​​padrões em forma de anel em um material flexível chamado polidimetilsiloxano (PDMS). (...) (Fonte: Bio Spectrum)




2) Dispositivo portátil criado por pesquisadores brasileiros detecta o coronavírus em tempo real


O teste rápido é uma ferramenta fundamental no combate à pandemia provocada pelo novo coronavírus no Brasil. Para contribuir com este monitoramento, pesquisadores desenvolveram um dispositivo portátil capaz de detectar o SARS-CoV-2, com análises em tempo real: o GRAPH Covid-19. Com rapidez, precisão de resultados e portabilidade, o novo produto pode contribuir de modo significativo na batalha contra este vírus e também no controle de outros tipos de doenças. O dispositivo foi desenvolvido na Biosintesis, empresa de pesquisa, desenvolvimento e inovação, e residente na Incubadora USP/IPEN-Cietec.


Uma das vantagens é que a plataforma de diagnóstico GRAPH usa baixo volume de amostra biológica – como, por exemplo, uma gota de sangue -, sendo capaz de detectar e monitorar diversas doenças, tendo como prioridade testar a infecção por SARS-CoV-2. Além disso, o dispositivo terá produção nacional, dispensando a necessidade de importação de insumos e possibilitando alta escala de produção para atender rapidamente à demanda diagnóstica em todo o País. (...) (Fonte: Jornal USP)




3) Fleury e Sabin criam fundo de R$ 200 milhões para investir em startups de saúde


Os grupos Fleury e Sabin, conhecidos pela atuação na área de medicina diagnóstica, anunciaram ontem a criação do Kortex Ventures, um fundo de investimentos em startups que nasce com R$ 200 milhões em recursos. Segundo as empresas - que, juntas, têm mais de 550 laboratórios no País -, a ideia é realizar entre 15 e 18 investimentos nos próximos quatro anos em companhias que possam trazer novidades na área da saúde e sinergias com seus negócios.


Os investimentos devem se concentrar na área de medicina diagnóstica, medicina personalizada e saúde digital, com uso de tecnologias como inteligência artificial e análise de dados para a construção de diagnósticos focados no paciente. Mas startups de outros setores também podem ser consideradas para investimentos, afirmam os executivos. "Se encontrarmos uma empresa de educação que tenha sinergia com a saúde e com o que fazemos, pode fazer sentido", explica Marinelli. (...) (Fonte: BOL Notícias)

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