• Fábio Henrique Araújo

Saúde 4.0 News - edição #74

Resumo semanal de notícias sobre Tecnologia, Inovação e Gestão na Saúde 4.0






1) Startup desenvolve película adesiva que evita o contágio pelo coronavírus em superfícies


Tocar em um objeto ficou arriscado com a chegada do coronavírus. Ele pode estar contaminado e, ao colocar a mão no rosto, a pessoa pode se contaminar também. Uma película que mata o vírus em dois minutos chegou para resolver esse problema. A película adesiva é feita à base de cobre e solta um elétron que se liga à molécula do coronavírus e o destrói.


O empresário Felipe Kavaleski enxergou a oportunidade de negócio antes da pandemia começar. Ele investiu R$ 200 mil em matéria-prima, pesquisas e testes durante seis meses. Em junho deste ano, lançou a película adesiva no mercado. O produto elimina vírus, fungos e bactérias e pode ser aplicado em quase todo tipo de superfície. Em três meses de operação, a empresa vendeu 1.500 metros da película. (...) (Fonte: PEGN)




2) Universidade Federal de Porto Alegre lança curso Processo de Incorporação de Tecnologia em Saúde no SUS


A Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre, integrante da Rede UNA-SUS (UNA-SUS/UFCSPA), está com matrículas abertas para nova oferta para o curso Processo de Incorporação de Tecnologia em Saúde no SUS. O objetivo é habilitar profissionais da área da saúde sobre aspectos introdutórios da avaliação de tecnologias em saúde, incluindo a introdução aos conceitos de revisão sistemática, custo-efetividade e impacto orçamentário, além de tratar do processo de submissão de uma tecnologia para incorporação no SUS.


Profissionais, estudantes da área da saúde e demais interessados no tema podem se matricular até 18 de novembro. O curso é autoinstrucional e, como em todas as ofertas da UNA-SUS, é totalmente gratuito. O início é imediato. om carga horária de 20 horas, a capacitação propicia a compreensão do fluxo de incorporação de uma tecnologia no SUS e dos princípios básicos que sustentam uma incorporação: revisão sistemática de efetividade e segurança, análise de custo-efetividade e impacto orçamentário. (...) (Fonte: UNA-SUS)




3) Brasileiros lançam healthtech que usa farmacogenética para prescrições médicas


Mais de 50% de todos os medicamentos são incorretamente prescritos, dispensados e vendidos, segundo dados da OMS (Organização Mundial da Saúde). Além disso, mais da metade das pessoas que os utilizam o fazem de forma também incorreta, prejudicando o resultado do tratamento. Mirando em aumentar a assertividade das prescrições, dois brasileiros – Fernando Gabas e Fabrício Pamplona – criaram a Proprium, uma health tech que trata em sua primeira fase no Brasil do desenvolvimento de uma série de testes farmacogenéticos que possibilitarão tratamentos mais eficazes, por isso mais seguros, de medicamentos, suplementos e canabinóides em uma plataforma que vai integrar pacientes e profissionais de saúde.


A iniciativa, que já nasce com sedes físicas no Brasil, Portugal e EUA, vai impactar principalmente tratamentos de especialidades como oncologia, psiquiatria, pediatria, neurologia e geriatria. Os testes utilizam painéis genéticos que identificam variantes genéticas naturais (polimorfismos) associadas à metabolização de substâncias dentro do organismo, e sua predisposição aos efeitos adversos decorrentes da exposição. (...) (Fonte: Panorama Farmacêutico)



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