• Fábio Henrique Araújo

Saúde 4.0 News - edição #71

Resumo semanal de notícias sobre Tecnologia, Inovação e Gestão na Saúde 4.0






1) Purificador de ar brasileiro elimina o coronavírus em até 3 horas


Um produto criado há 30 anos no Brasil tem feito sucesso para combater a transmissão do novo coronavírus: o purificador de ar Sterilair. Criado pelo inventor Alinthor Fiorenzano Júnior, o aparelho ajuda a eliminar micro-organismos como ácaros, fungos, bactérias e vírus do ambiente. Inicialmente, o produto foi pensado para evitar crises alérgicas, mas sua capacidade de eliminar vírus de ambientes fechados tem sido um atrativo em 2020. 


Só nos primeiros quarenta dias da pandemia, a empresa vendeu um estoque que deveria durar pelo menos quatro meses. Percebendo a alta demanda por conta da covid-19, a empresa decidiu garantir aos consumidores que o produto de fato era eficaz contra o novo coronavírus. Por isso, a Sterilair solicitou ao departamento de Biologia da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) que avaliasse seu purificador de ar. No dia 31 de agosto, pesquisadores da universidade confirmaram que o aparelho era capaz de eliminar até 99,99% dos coronavírus em suspensão no ar. (...) (Fonte: Exame)




2) Minúsculos detectores de ultrassom de silício oferecem alta resolução


Pesquisadores alemães criaram um novo tipo de tecnologia de detector de ultrassom baseado em silício que é 10.000 vezes menor do que os transdutores de cristal piezoelétricos usados ​​atualmente para ultrassom clínico. O detector utiliza um chip de computador de silício que pode confinar a luz em dimensões que não podem ser vistas pelo olho humano. Como resultado, ele pode visualizar recursos muito menores do que os modernos sistemas de ultrassom.


O dispositivo foi criado por uma equipe de pesquisadores da Helmholtz Zentrum München e da Universidade Técnica de Munique. Eles o chamam de detector etalon de guia de ondas de silício, ou SWED. "Esta é a primeira vez que um detector menor do que o tamanho de uma célula do sangue é usado para detectar ultrassom usando a tecnologia fotônica de silício", afirmou o desenvolvedor do SWED Rami Shnaiderman em um comunicado à imprensa. (...) (Fonte: Aunt Minnie)




3) Fleury traça plano para ser "o marketplace da saúde" no Brasil


O Fleury, maior grupo de medicina diagnóstica do país, vai dar uma guinada no uso de tecnologia de dados para impulsionar no país a medicina preventiva, fronteira aproximada nos últimos meses com o salto da telemedicina após a covid-19. A empresa lançou uma plataforma eletrônica alimentada por prontuários médicos, cujos dados os próprios pacientes decidem se compartilham com médicos, operadoras de planos de saúde, entre outros. O modelo lembra o que será para o setor financeiro o open banking, que unifica em um ambiente todas as informações bancárias de uma pessoa.


Batizada de Saúde iD, a plataforma também integra serviços de prevenção de doenças crônicas que, em conjunto com algoritmos preditivos e de análise de saúde, abrem espaço para oferta de uma miríade de soluções, que vão desde de venda de medicamentos a kits de alimentação saudável. A Saúde iD começa com 7 milhões de vidas, incluindo 4 milhões de sua unidade SantéCorp. A companhia está negociando com 10 grandes empresas do país a inclusão de suas bases de funcionários na plataforma e, nos próximos meses, pretende permitir a inclusão de pessoas físicas de forma individual. (...) (Fonte: Época Negócios)

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