• Fábio Henrique Araújo

Saúde 4.0 News - edição #52

Resumo semanal de notícias sobre Tecnologia, Inovação e Gestão na Saúde 4.0






1) MIT e Harvard preparam máscara que se acende quando detecta covid-19


Pesquisadores da Universidade Harvard e do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) estão desenvolvendo uma máscara de proteção que será capaz de detectar se a pessoa está infectada com o novo coronavírus. Sempre que o individuo tossir, espirrar ou respirar, uma luz fluorescente se acenderá. Para os cientistas, isso poderá ajudar a sanar o problema da falta de testes, recorrente em muitos países, uma vez que os doutores podem colocar a máscara nos pacientes e descobrir rapidamente, sem precisar levar os exames a um laboratório, se eles têm ou não a covid-19.


A tecnologia será adaptada de um teste feito em 2014 pelo MIT, quando cientistas começaram a desenvolver sensores que poderiam detectar o vírus do ebola uma vez congelado em papel. O laboratório das universidades, em 2018, já era capaz de detectar sars, sarampo, influenza, hepatite C, entre outras doenças, com a ajuda dos sensores.“A máscara poderá ser usada até em aeroportos, quando passamos pela segurança, ou enquanto esperamos para entrar em um avião. Nós poderemos usá-la para ir trabalhar. Hospitais poderão usar para pessoas em salas de espera ou para avaliar quem está infectado”, afirmou Jim Collins, do MIT, ao site americano Business Insider. (...) (Fonte: Exame)




2) Hackathon online busca soluções para desafios da pandemia


Uma das maiores aliadas do combate a pandemia do novo coronavírus, para além do entretenimento, a tecnologia tem sido palco de diversas iniciativas voltadas a encontrar soluções para questões levantadas pelo vírus. Uma delas é a Hackcovid19, hackathon online voltado ao desenvolvimento de tecnologias na área da ciência que possam ser utilizadas para enfrentar os desafios da doença.


Pesquisador na área tecnológica, organizador e um dos líderes do evento, Marcelo Albuquerque, 54, explica que o modelo hackathon reúne programadores, designers e outros profissionais ligados a criação de software em maratonas de trabalho durante um curto período de tempo. No Hackcovid19, as áreas de interesse são saúde, comunidade, populações vulneráveis, grupos de risco, empresas e comércio, educação, arte, cultura e entretenimento, meio ambiente e informação.


“A inspiração veio por meio de dois pesquisadores do Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas (CBPF), que são alemães, e viram que a Alemanha organizou hackathon com o espírito de desenvolver tecnologias para atender as questões sociais. Aí o CBPF mobilizou a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e o Laboratório Nacional de Computação Científica (LNCC) para participarem”, conta Marcelo. (...) (Fonte: A Tarde)




3) Estados e Prefeituras aderiram ao Mapa de Calor da COVID-19


Quando a pandemia do novo coronavírus (SARS-CoV-2) chegou ao Brasil, várias alternativas envolvendo tecnologia passaram a fazer parte dos esforços monitoramento da COVID-19 no país. Uma delas, usada também em outros países, é o Mapa de Calor gerado a partir de dados cruzados de operadoras de telefonia, que usam dados anônimos de localização dos dispositivos para medir os índices de isolamento social. Por aqui, essa ferramenta vem sendo disponibilizada pelas empresas Claro,Oi, TIM e Vivo aos governos estaduais e municipais. E, segundo o SindiTelebrasil, nesta segunda-feira (11) foram contabilizados 12 estados e 14 prefeituras na plataforma.


Os locais que estão usando esse recurso são: Alagoas, Amapá, Bahia, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e São Paulo. Entre as prefeituras estão Belém (PA), Belo Horizonte (MG), Campinas (SP), Campos dos Goytacazes (RJ), Florianópolis (SC), Juiz de Fora (MG), Macapá (AP), Maceió (AL), Porto Alegre (RS), Recife (PE), Rio de janeiro (RJ), Salvador (BA), Santo André (SP) e Teresina (PI).(...) (Fonte: Canaltech)


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